segunda-feira, 21 de abril de 2014

Capítulo 7

Rosa estava olhando pro carro afundado na piscina, Claude chega por trás e a abraça...


Rosa: Meu chefe vai me matar!! Como fui tão idiota assim.


Claude: Não fica assim, eu já mandei um reboque vir buscar o carro, não se preocupe eu vou pagar o conserto, afinal foi minha culpa você ter ficado tão nervosa a ponto de se esquecer de puxar o freio...


Rosa: Não!! Não precisa.


Claude: Precisa sim, agora vem, vamos o táxi já está aí esperando por nos, ele vai nos levar pra São Paulo.


Rosa: De volta a realidade... Falou se virando pra ele com uma expressão triste.


Claude: A uma realidade diferente daquela que tínhamos antes de tudo acontecer... Disse a abraçando forte. Os dois se beijaram e foram para o táxi.


Foram o caminho todo bem juntinhos namorando, quando chegaram no bexiga Claude disse...


Claude: Depois eu venho te ver... Quero que você saiba, que esses dias na fazenda com você, quer dizer... Lá na casa da piscina, foram os melhores dias pra mim...


Rosa sorriu e disse...


Rosa: Pra mim também, pareceu um sonho... Os dois se olharam intensamente, depois se beijaram, em seguida Rosa saiu do carro e entrou no cortiço.


Claude chega à mansão e é recebido por Dadi...


Dadi: Graças a Deus estávamos preocupados...


Claude: Boa tarde, Dadi... Diz dando um beijo na bochecha dela... O dia tá lindo não é mesmo.


Henrique estava na biblioteca, ouve a voz do filho e vem encontrar com ele...


Henrique: Claude você não deu notícias, o que aconteceu?


Claude: Boa tarde papai, non aconteceu nada, é que lá non pegava celular e também teve a chuva que foi muito forte por isso que eu non pude ir a nenhum lugar pra ligar.


Henrique: Choveu muito lá?


Claude: Muito papai...


Dadi: Tadinho então a chuva estragou o seu passeio e nem pode aproveitar a fazenda?


Claude: Engano seu, eu nunca aproveitei tanto aquela fazenda e a chuva tava perfeita... Diz Claude sorrindo.


Dadi: Essa eu não entendi...


Claude: Outra hora eu te explico, agora faz um lanche reforçado pra mim, porque eu to morrendo de fome.


Dadi: Claro meu filho vou fazer agora mesmo.


Claude: Eu vou subir e tomar um banho rápido e já venho pra comer.


Claude sobe assoviando e deixa, Dadi e Henrique surpresos com seu bom humor.


Henrique: É eu estava certo mesmo, parece que esses dias de descanso fizeram muito bem ao Claude.


Dadi: Ele tá parecendo bem feliz...


Henrique: Já deve ter esquecido aquela biscate da Nara...


Dadi: Graças a Deus não aguentava mais ver o meu menino sofrendo por causa daquela lá, tenho certeza que ele vai encontrar uma moça boa que o mereça, aquela Nara não é pra ele.


Henrique: Qualquer uma é melhor do que aquela safada que tava corneando o meu filho...


Dadi: Não fale assim o senhor só pode tá ficando caduco mesmo, vai que o menino escuta vai ficar triste de novo.


Henrique: Eu não tenho satisfações a lhe dar de como falo ou deixo de falar, você não tem nada pra fazer na cozinha não?


Dadi: Eu vou mesmo fazer o lanchinho dele, melhor do que ficar aqui aguentando as suas grosserias.


Henrique: Vai mesmo, sua intrometida.


Não demora pra que Claude desça, ele vai até a cozinha e diz...


Claude: Hum tá uma delicia Dadi, obrigada vou comer rapidinho porque vou sair... Diz Claude comendo o lanche.


Dadi: Coma devagar, assim você vai passar mal, que pressa é essa?


Claude: Pressa de viver, Dadi, já perdi muito tempo é isso.


Dadi: Você tem a vida toda pela frente meu filho.


Claude: Eu já to indo, tava uma delícia... Diz o francês dando um beijo na testa de Dadi.


Henrique chega e pergunta...


Henrique: Aonde o Claude foi, hein?


Dadi: Não sei ele não me disse e se tivesse dito eu também não iria te contar...


Henrique: Abusada... Diz saindo da cozinha deixando Dadi com um risinho nos lábios.


Claude foi até o cortiço, não aguentava mais esperar, já estava com saudades de Rosa...


Claude viu entrou no cortiço e foi direto para o quarto de Rosa, abriu a porta, pois estava só encostada, Rosa estava no chuveiro, ele não perdeu tempo, entrou no chuveiro com ela. Rosa se assustou, Claude já foi abraçando ela por trás...


Claude: To morrendo de saudades!


Rosa: Você é louco, como entrou aqui?


Claude: Pela porta, alias acho que você é louca de deixar aberta assim. É perigoso, cherry... Rosa sorriu e se sentiu tão bem por ele estar preocupado com ela, mas a porta era tão velha que não fechava direito quando dormia tinha que colocar algo pra segurar a porta.


Rosa: Mas aqui no cortiço é seguro, porque os portões sempre estão fechados.


Claude: Mas não estavam, tanto é que eu entrei.


Os dois se olharam e ela disse...


Rosa: O que foi?


Claude: To apaixonado!


Rosa não sabia se chorava ou se pulava no pescoço dele e o enchia de beijos, ela ficou parada olhando e seus olhos ficaram automaticamente vermelhos.


Claude: Mon Die! O que foi?


Rosa: Eu vou confessar uma coisa.


Claude: O que?


Rosa: Assim que você entrou naquele restaurante naquele dia, eu achei você o homem mais lindo do mundo, só que vi que você tinha um gosto muito requintado pra mulheres e nunca olharia pra mim da forma que eu olhei pra você...


Claude: Xiii... Colocou o dedo indicador nos lábios dela e disse... Eu não fui um cavalheiro com você e me envergonho muito disso, porque agora sou um homem diferente e muito mais feliz porque tenho você, e o meu gosto por mulheres era estragado, agora sim é requintado... Disse isso e a beijou, Rosa o enlaçou pelo pescoço se pendurando nele, ele a pressionou na parede do banheiro e ali fizeram amor loucamente.


Mais tarde...


Rosa: Agora você tem que ir, se D. Pepa desconfia que você está aqui ela me expulsa.


Claude: Quem é essa?


Rosa: A dona do cortiço, uma mulher chata que vive pegando no meu pé.


Claude: Eu vou, eu sei que você tá cansada e preocupada com seu trabalho, olha aqui pra mim... Disse puxando o queixo dela para que o encarasse... Eu te adoro, amanhã vamos resolver nossa situaçon, ham... Disse roçando seus lábios nos dela.


Rosa: Como assim?


Claude: Amanhã cherry, amanhã... Disse isso deu um beijo nela e saiu.


Rosa: Esse homem, tá me levando a loucura com esse mistério todo.


Na mansão, na hora do jantar pai e filho estão a mesa e Dadi está servindo...


Henrique: Meu filho até agora você não contou direito como foi lá na fazenda, você não chegou a ir nem nos vinhedos?


Claude: Fui sim pai, está tudo certo por lá o homem que você tem trabalhando lá é de confiança e está tocando muito bem a fazenda.


Henrique: E a casa tá tudo em ordem?


Claude: A verdade que eu nem entrei na casa, tinha dedetizado a casa grande eu fiquei na casa da piscina.


Dadi: Coitado ficou naquela casa, mas lá é muito apertado.


Claude: Pode ficar tranquila Dadi eu fiquei muito bem lá.


Henrique: Eu to te achando com um semblante mais alegre meu filho o que foi?


Claude: Eu to feliz pai.


Henrique: Eu posso saber o motivo dessa felicidade?


Claude: Eu conheci uma pessoa... Falou com um sorrisinho no canto dos lábios.


Dadi: Que bom meu filho.


Henrique: Não se meta abusada.


Claude: Pai não fale assim com a Dadi.


Henrique: Então ela que não se meta na nossa conversa oras, me conte quem é?


Claude: Essa é a parte engraçada da história, eu também não sei quem é ela, nem sei o nome dela.


Dadi: Como assim?


Henrique: Xii!! Calada, como assim? Como vocês se conheceram?


Claude: Eu a conheci no dia que eu e Nara terminamos, eu bebi muito e acabei indo parar na casa dela, ela não me deixou sozinho... Falou ele rindo.


Dadi: O que prova que é uma boa moça.


Claude: Depois ela me sujou com sorvete e lá na fazenda ela me atropelou... Disse Claude rindo.


Henrique: Nossa, movimentado o relacionamento de vocês, hein!


Dadi: Você se machucou, Claude?


Claude: Non Dadi, eu to ton feliz que non senti dor nenhuma.


Henrique: Mas como pode meu filho nem ao menos o nome dela você sabe?


Claude: Non papai, eu non sei as coisas foram acontecendo naturalmente e é isso que me encanta, ela gosta de mim pelo que eu sou non pelo que eu tenho, ela non sabe se eu sou pobre ou rico e mesmo assim ela quer ficar comigo.


Dadi: Que bom que você tá feliz.


Henrique: E quando vou conhecer essa moça?


Claude: Em breve papai, porque eu quero me casar com ela e non quero perder tempo.


Dadi: Não acha que está sendo precipitado?


Henrique: Não se meta!


Claude: Não, Dadi, sempre na minha vida fiz tudo de caso pensado, sempre planejando tudo nos mínimos detalhes e olhe no que deu, eu achava que minha felicidade fosse com Nara, porque eu a conhecia e achava que era o certo me casar com ela, agora eu penso diferente, não quero pensar muito. Eu to feliz e é isso que importa.


Quando acabam de jantar Claude sobe todo feliz para o quarto e Dadi e Henrique ficam na sala especulando sobre ele...


Dadi: Ele tá muito feliz, mas eu fico preocupada se isso vai dar certo esse menino sempre foi tão responsável, que eu fico surpresa com esse relacionamento dele, ele gostar de uma pessoa que não sabe nem o nome.


Henrique: Ora bolas não se meta com o meu filho, o menino tá feliz eu nunca vi o Claude tão feliz na vida, esse menino parece que sempre foi infeliz.


Dadi: Ele era infeliz porque tinha Nara pendurada nele só isso.


Henrique: Não se meta com ele viu, era só o que faltava agora que o menino tá feliz, vem uma velha intrometida como você dar palpite na vida dele.


Dadi: Eu só quero o bem dele, eu me preocupo com a felicidade do Claude.


Henrique: Então deixe o meu filho em paz e vai se preocupar com as suas panelas.


Dadi: Velho ranheta.


Henrique: Velha metida.


Dadi: Tal pai, tal filho, um se engraçando com uma mocinha que podia ser neta dele e o outro com uma desconhecida são dois loucos mesmo, e ainda querem me enlouquecer só pode ser isso... Diz Dadi saindo.


Henrique: Meta-se com a sua vida e deixe a mim e ao meu filho em paz.


No dia seguinte a construtora estava a todo vapor, Janete já preparava a sala de reuniões, pois Claude havia ligado pra ela e pedido que ela organizasse, pois teria uma reunião com Freitas e Frazão para resolverem o caso da desapropriação.


Rosa chegou à construtoras e todos estavam trabalhando concentrados.


Egidio a viu e disse...


Egidio: Até que enfim apareceu, o que aconteceu?


Rosa não sabia nem por onde começar...


Egidio: Anda menina fala.


Rosa: Aconteceu, que choveu muito eu não pude chegar onde o senhor me mandou e também aconteceram varias coisas... Falou com medo.


Egidio: Você não entregou o documento para o Dr. Claude?


Rosa: O GPS estragou e eu fiquei perdida...


Egidio: Você é uma incompetente mesmo... Nesse momento Freitas sai do elevador e escuta Egidio brigando com Rosa...


Freitas: O que está acontecendo aqui?


Egidio: Sua namoradinha como sempre não fez o que eu mandei, não cumpriu uma tarefa simples...


Rosa: Ei, ei, não sou namo... Freitas a interrompeu e disse...


Freitas: Venha até a minha sala e com você eu falo depois... Disse apontando para Egidio.


Freitas pegou Rosa pelo braço e a levou para a sala dele, quando estavam entrando na sala, Claude e Frazão saem do elevador, Os dois chegam a ver Freitas e Rosa entrando na sala, mas Rosa estava de costas...


Frazão: Viu?


Claude estava olhando e de repente sentiu um sensação estranha.


Claude: Quem era aquela mulher?


Frazão: A namorada do Freitas, viu como ele tá apaixonado, mal chega à empresa já a puxa para a sala dele... Disse rindo.


Claude ainda continuou com aquela sensação estranha e Frazão perguntou...


Frazão: O que achou dela?


Claude: Não consegui ver direito, ela tava de costas, mas parece que eu já a conheço.


Frazão: Claro né, Claude! Ela trabalha aqui, você deve ter esbarrado nela em algum lugar aqui da empresa, mas como vive passando pelos funcionários como se eles fizessem parte da decoração da empresa, nem percebeu que se trata de uma mulher bonita.


Claude: Eu não faço isso... Falou ele se desligando da imagem de ter visto a “namorada’’ de Freitas.


Frazão: Faz sim!! Age como se fosse melhor que eles, você tem que mudar seu jeito Claude, vai acabar sendo odiado igual o Egidio é!


Claude ficou pensativo, os dois foram para a sala da presidência.


Na sala de Freitas...


Freitas: Deixa eu ver se entendi... Você estragou o GPS do carro da empresa?


Rosa balançou a cabeça concordando...


Freitas: Depois ficou perdida e acabou atropelando um homem?


Rosa: Sim...


Freitas: E por causa desse homem, deixou o carro da empresa cair na piscina?


Rosa: Não foi culpa dele, foi culpa minha mesmo, eu tava nervosa achando que ele tivesse se machucado, me esqueci de puxar o freio...  Falou achando que Freitas iria dar uma bronca nela.


Freitas: Em um só dia você fez tudo isso?


Rosa: Desculpa doutor, eu sei que eu sou um desastre pode falar, eu sei que não posso mais trabalhar aqui, mas eu me responsabilizo pelo conserto do carro. Mil desculpas sei que o senhor confiou em mim, e eu o decepcionei, eu vou falar pro Dr. Egidio o que aconteceu!! Falou triste indo para a porta.


Freitas: Espere!!


Rosa parou e ficou olhando pra ele...


Freitas: Bem acho que você é um pouco atrapalhada, mas foi minha culpa, eu devia ter colocado você como minha secretária a mais tempo, você ficou nas mãos de Egidio e ele se aproveitou da sua inexperiência.


Rosa: O que o senhor tá querendo dizer com isso?


Freitas: Deixa por minha conta, agora você vai trabalhar com Silvia e Janete, será minha secretária, acho que aqui dentro da empresa você vai se sair bem...


Rosa não acreditava no que ouvia...


Rosa: Mas... Dou...


Freitas: Rosa, não me pergunte nada, eu sei que está estranhando, Dr. Henrique não gostaria que você saísse da empresa, isso eu posso garantir... Disse serio.


Rosa ficou sem entender nada, o que fazia eles agirem dessa forma com ela?!


Freitas: Vamos quero falar sua nova função na empresa, pedir pra Janete e Silvia que te ajudem no começo até você se familiarizar com o trabalho.


Rosa acompanhou Freitas ele sempre muito gentil pegando em seu ombro...


Silvia, Gurgel e Janete estavam na recepção...


Freitas: Silvia, a partir de hoje Rosa será minha secretária, quero que você e Janete a ensinem todo o trabalho.


Silvia: Que lindo... Falou se referindo ao suposto namoro entre Freitas e Rosa.


Na sala de Claude...


Claude: Vamos pra sala de reuniões, quero resolver isso logo, tenho um assunto muito importante pra tratar hoje.


Frazão: Você está todo misterioso hoje, hein!!


Claude: To feliz... Disse sorrindo, os dois saíram da sala Frazão quando viu Freitas e Rosa já puxou Claude para um canto e disse...


Frazão: Olha lá!!


Claude virou o rosto e se deparou com Rosa sorrindo, pois estava feliz por não ter perdido o emprego, conversava animada com Silvia e Janete, ele sorriu feliz em vê-la ali, seu coração se enchia de alegria quando ela sorria.


Frazão: Essa é a namorada de Freitas... Falou Frazão o tirando daquele transe... Claude foi desmanchando o sorriso lentamente.


Claude: Namorada do Freitas? Perguntou automaticamente embasbacado.


Nesse momento Freitas chegou perto de Rosa.


Claude ficou possesso a vontade dele era de esmurrar Freitas, ele foi até eles, queria que ela o visse ali...


Silvia: Rosa você pode ir começando seu trabalho, tem esses relatórios do Dr. Freitas para a reunião, ele vai precisar de três copias de cada relatório desses, depois me traga de volta que vou ensinar você a arquivar os documentos.


Rosa: Sim... Falou alegre pegando as pastas das mãos de Silvia e ao se virar ela se bate em Claude que a observava dos pés a cabeça, ela acaba derrubando os papéis... Me desculpe... Falou ao se levantar depois de pegar os papéis.


Janete e Silvia se olharam...


Silvia: Tadinha, justo nele que ela foi esbarrar... Rosa olhou pra ele e a primeira reação foi sorrir...


Rosa: Você? Disse baixinho.


Claude não deu nenhuma palavra, ficou mudo e sério, o que assustou Rosa.


Freitas vendo que Claude estava bravo, conhecia muito bem o francês e sabia como ele tratava os funcionários, foi logo chegando perto de Rosa e disse...


Freitas: Claude, essa é Rosa minha secretária, Rosa esse é Claude Antoine Geraldy, o vice presidente da empresa... Rosa ficou de boca aberta, seu coração disparou, nunca imaginou que ele fosse o dono da empresa... Vem Rosa preciso falar com você em particular... Disse querendo tira-la dali antes que Claude brigasse com ela.


Silvia: Que lindo, ele protegendo a amada, do ogro!


Janete: Para ele vai ouvir! Rosa não saia do lugar.


Claude: Vá com o seu namorado, não o deixe esperar... Disse ele frio passando por ela feito um trator, quase a derrubando... CONTINUA... RSRSRS...

domingo, 20 de abril de 2014

Capítulo 6


Claude soltou os pulsos dela e aprofundou o beijo segurando a cabeça dela entre as mãos, Rosa o abraçou e incentivou que ele continuasse com aquele beijo delicioso...


Aquele homem fazia Rosa se sentir de um jeito que ela nunca tinha se sentido na vida, ela tinha pouca experiência na área sexual, mas nada podia se comparar ao que sentia nos braços dele.


Rosa: Isso é uma loucura... Diz Rosa querendo sair dos braços do francês.


Claude: Xii, non fala nada vamos só aproveitar... Dizia Claude enquanto passeava com as mãos no corpo de Rosa.


Rosa: Mas a gente mal se conhece, acho que estamos indo rápido demais.


Claude: Eu acho que temos intimidade até demais, você já esqueceu que a gente dormiu abraçadin lá na sua casa, na sua cama e eu tava peladin você não se lembra?


Rosa: Lembro, mas não aconteceu nada, e mesmo assim você acordou feito um tigre bravo! Falou com seus olhos fechados sentindo o perfume dele que definitivamente estava desestruturando, não sabia mais como argumentar.


Claude: Mas hoje é diferente, não estou bêbado e sei exatamente o que eu to fazendo, sei também o que eu quero e o que eu quero agora é você...


Rosa já estava ficando louca com as carícias dele e se deixou levar pela emoção, então ele a levantou pegando-a no colo e colocando-a gentilmente na cama, ele a beijava sem parar, Rosa tinha o seu corpo todo arrepiado pelo contato da sua pele com os lábios quentes e molhados do francês, lentamente ele começa a desabotoar a blusa dela deixando a mostra o seu sutiã de renda preta.


Claude: Mon Die, você é uma tentaçon e essa sua boca, non consigo parar de beijá-la... Diz isso e cobre os lábios de Rosa com os seus.


Rosa: Até que você também não é nada mal... Diz Rosa arrancando o paletó do terno dele e explorando o corpo dele com as mãos ainda por cima da camisa.


Claude: Que bom que você pensa assim, porque eu quero você todinha pra mim hoje...  Disse se afastando dela e retirando suas roupas com pressa. Depois ele volta para junto dela... E começa a traçar com beijos um caminho que sai do pescoço de Rosa e vai descendo em direção ao ventre dela, ele usa sua língua quente para estimula-la e faz círculos com ela em volta do seu umbigo o que deixa Rosa completamente louca.


Rapidamente ele a faz virar de costas e começa a beijar as costas dela enquanto desce o zíper da saia que ela usava, lentamente ele vai descendo a saia de Rosa deixando a calcinha dela a mostra, aproveita que ela tá de costas e desabotoa o sutiã dela a vira de frente de diz...


Claude: Você é uma delicia.


Rosa sente seu rosto corar e Claude a vê vermelha e diz...


Claude: Non precisa ficar envergonhada non, você é linda mesmo!


Ele diz isso e começa a beijar seus seios, começa a sugá-los e a mordiscá-los, então ele começa a brincar com a língua em torno de um mamilo o que faz Rosa arquear o corpo com as carícias ousadas dele, ele toma os seios dela em suas mãos e massageia os mamilos com os polegares e a beija na boca...


Rosa estava completamente entregue aquele homem e isso a assustava, pois na verdade ela nem sabia ao menos quem ele era ou sabia o nome dele, mas no momento isso era o que menos importava ela queria sentir todo o prazer que ele estava lhe proporcionando, queria sentir o seu corpo junto ao dele queria loucamente pertencer a ele...


Ele continuava na sua tarefa de torturá-la com suas carícias, agora ele beijava suas coxas e Rosa se contorcia na cama enquanto sentia seu corpo ser explorado pela boca e pelas mãos do francês, então ele começa a beijar cada vez mais perto da sua feminilidade e quando chega ele a beija ainda por cima da calcinha, fazendo Rosa delirar de tanto desejo.


Claude: Mon Die eu nunca senti nada igual... Sussurrou ele.


Rosa: Eu também nunca senti isso... Diz Rosa ofegante.


Claude: Eu preciso ter você, sentir você junto a mim, sentir seu cheiro, seu gosto.


Então ele retira a ultima barreira que estava entre eles, mas ele começa dando beijinhos e pequenas mordidas o que fazem Rosa levantar os quadris pra diminuir a distância entre eles...


Claude: Calma, furacon!! Falou sorrindo.


Rosa: Não me torture.


Claude: Preciso de tempo para saboreá-la... Falou curvando os lábios num sorriso sem vergonha.


Então ela sente dentro de sua intimidade a língua quente dele que a fazia gemer de tanto prazer, Claude olha pra ela e da um sorrisinho enquanto a via de olhos fechados, se contorcendo ao receber suas investidas...


Então ele começa a fazer o caminho inverso e sobe beijando o seu ventre e seus seios novamente e chega ao pescoço e finalmente a beija na boca de novo, Claude se deita por cima dela e então ela sente toda a masculinidade dele junto ao corpo dela e diz...


Rosa: Eu quero você...


Claude: E você também é tudo o que eu quero.


Gentilmente ele afasta as pernas dela pra o encaixe dos corpos e vai tomando o corpo dela pra si, Rosa então fecha os olhos pra sentir aquele momento único que eles estavam vivendo.


Claude: Olha pra mim, eu quero fazer amor com você olhando nos seu olhos.


Rosa abre os olhos e o encara...


Claude: Eu quero que você esteja com os olhos bem abertos quando chegarmos juntos ao céu.


Então ele a beija e entrelaça os dedos dele nos dela e de mãos dadas eles começam a se mover, os movimentos vão se acelerando, até que juntos eles chegam ao ápice do amor e os corpos abraçados e exaustos agora descansam na cama...


Claude: Foi maravilhoso... Ele da um selinho em Rosa e a puxa pra deitar em seu peito.


Os dois ficam em silêncio, por um tempo, Rosa estava com medo do que viria a seguir... A chuva só aumentava lá fora...


Claude acariciava lentamente o braço dela... Estava quase sendo vencido pelo cansaço e seus olhos estavam se fechando quando ele sente Rosa o sacudir...


Rosa: Não dorme!


Claude: Por quê?


Rosa: Porque, se você dormir vai esquecer tudo que aconteceu, vai acordar mal humorado e voltar a ser aquele imbecil.


Claude a olhou sério por alguns minutos depois sorriu se aproximou dela lhe deu um selinho e disse...


Claude: O que aconteceu aqui nesse quarto nunca vai sair daqui... Disse apontando para a cabeça, depois voltou a falar... Nem daqui... Disse apontando para o coração.


Rosa sorriu e deitou no peito dele.


Rosa: Mas eu tenho medo.


Claude: A ferinha tem medo? Disse sorrindo e a puxando para que ela ficasse ainda mais colada com ele... Desculpa meu jeito, sei que fui um idiota mesmo, mas a gente se conheceu numa situação bem complicada.


Rosa ficou calada, já imaginando que ele ainda gostasse de Nara, pelo tom de sua voz.


Claude: O que foi? A desbocada ficou quietinha de repente... Disse dando um beijo na testa dela.


Rosa: Você ainda gosta dela?


Claude: Não!! Disse sério... Vamos dormir você não sabe o quanto eu estou cansado, andei demais hoje... Disse relembrando tudo o que aconteceu com ele naquele dia.


Rosa se afastou um pouco achando que ele quisesse dormir livre dos braços dela.


Claude a puxou novamente e disse...


Claude: Eu gosto de dormir assim, agarradinho!! Sussurrou no ouvido dela.


A noite foi tranquila, Rosa dormiu como um anjo, o barulho daquela chuvinha fez com que eles dormissem ainda mais gostoso...


Na manhã seguinte ela acordou e ficou admirando Claude dormir, ela levantou e colocou a camisa dele, sentou no sofá que tinha ali e vasculhou sua bolsa, para achar seu celular, precisava avisar na empresa, mas não conseguia sinal.


Claude: O sinal, não pega aqui!


Rosa: Bom dia!! Disse sorrindo, se virando pra ele, que mais parecia um modelo dessas fotos sensuais... Ele estava nu com o lençol só cobrindo uma parte de seu corpo.


Claude: O que você tá fazendo que não está aqui comigo na cama?


Rosa sorriu e voltou a deitar com ele na cama.


Rosa: Eu to preocupada.


Claude: Com o que?


Rosa: Com meu trabalho, meu chefe vai me matar, quando souber do carro.


Claude começou a rir...


Rosa: Você se diverte, né!! Falou fazendo cócegas nele.


Claude: Lembrando agora foi engraçado, você chorando por causa do carro.


Rosa: Vou perder meu emprego.


Claude: Eu te arranjo outro... Disse se colocando de em cima dela.


Rosa: Ah é? Onde? O que você faz? Você mora aqui a muito tempo? Qual o seu nome?


Claude gargalhou e disse...


Claude: Que importância tem isso? Falou já beijando o pescoço dela.


Rosa: Acho que muita importância, né.


Claude: Não faz diferença nenhuma o meu nome, João, Pedro, José, tanto faz...


Rosa riu e disse...


Rosa: Você não tem cara de João, nem Pedro e muito menos José... Disse Rosa sorrindo e com os dois braços enlaçados no pescoço dele.


Claude a beijou por não resistir aquele sorriso que ela lhe dava.


Enquanto isso na mansão...


Henrique: Claude já mandou notícias?


Dadi: Não!


Henrique: O que foi tá brava?


Dadi: Não!! Não perco meu tempo ficando brava com o senhor, eu sei que está um velho decrépito.


Henrique: Às vezes eu tenho vontade de amordaçar você, Dadi!!


Dadi: Oxi, por quê?


Henrique: Por ser tão atrevida.


Dadi: O senhor que da em cima de uma menininha e depois vem dizer que a atrevida sou eu?


Henrique riu e disse...


Henrique: Você só diz asneiras, me prepare um chá, depois me leve à biblioteca.


Dadi: Sim senhor! Falou dando as costas pra ele, Henrique mostrou a língua feito uma criança e Dadi como se tivesse olhos nas costas percebeu e disse... Tá vendo como o senhor está decrépito, fica mostrando língua pra mim.


Henrique deu meia volta e saiu da cozinha.


Na empresa Geraldy...


Frazão: Silvia onde está Rosa?


Silvia: Não sei doutor, ela ainda não apareceu hoje. To estranhando porque geralmente ela é sempre a primeira chegar.


Frazão: Estranho, vou perguntar para Egidio... Falou se dirigindo até a sala dele.


Frazão: Bom dia, Egidio!


Egidio: Bom dia!!


Frazão: Eu te trouxe a relação das casas novas para a imobiliária, procurei por Rosa pra te entregar, mas não a vi. Onde ela está?


Egidio: Aquela incompetente, sumiu!!


Frazão: Como sumiu?


Egidio: Não sei mandei fazer um trabalhinho na rua e ela não voltou ontem e hoje também não apareceu.


Frazão: Tem o endereço dela, o Freitas vai ficar uma fera quando souber que a namorada dele sumiu, hein!


Egidio: Vai vê que ele está com ela, ele não apareceu aqui também.


Frazão: Verdade, mas se ele aparecer e você nem ao menos souber onde ela se encontra, acho que o bicho vai pegar pro seu lado... Falou colocando medo em Egidio.


Frazão saiu da sala dele e ele disse...


Egidio: Era só o que me faltava ter acontecido alguma coisa com aquela imbecil e eu levar a culpa!! Falou preocupado indo pra recepção... Silvia, você tem o celular de Rosa?


Silvia: Tenho sim senhor!


Egidio: Então ligue pra ela a localize, diga que estou precisando dela aqui com urgência.


Silvia: Sim senhor!


Depois de um tempo na fazenda, mais precisamente na casa da piscina onde Claude estava com Rosa...


Claude havia se levantado após fazer amor novamente com Rosa, ele estava feliz, estava se sentindo outro homem...


Rosa se desperta e fica olhando pra ele tomando um gole de café que ele tinha feito na cafeteira.


Ele olha pra ela e diz...


Claude: Quer café, cherry? Disse tão carinhosamente que Rosa sentiu seu corpo estremecer de ouvi-lo chamar de cherry...


Rosa: O que?


Claude: Quer café?


Rosa: Não foi isso que quis dizer, você me chamou do que?


Claude sorriu e disse...


Claude: Cherry... Sou francês, bem meu pai é francês, eu nasci aqui no Brasil, mas vivi muito tempo na França.


Rosa: Por isso você tem esse sotaque delicioso.


Claude: É delicioso? Perguntou chegando perto dela com a caneca de café para ela.


Rosa pega a caneca e aquece suas mãos nela e diz...


Rosa: É sim, bem eu não deveria falar isso porque você já é suficientemente convencido e metido, mas você é maravilhosamente delicioso...


Claude gargalhou e disse...


Claude: Acho que foi um elogio, né!


Rosa bebeu um gole do café...


Claude: Me desculpa, eu sou péssimo na cozinha, acho que esse café está horrível, mas não para de chover eu precisava ir na sede da fazenda, mas vou chegar lá encharcado.


Rosa: O café está ótimo. De que sede você está falando?


Claude: Da casa grande, estamos aqui na casa da piscina porque a casa foi dedetizada, com essa chuva deve ter suspendido a colheita.


Rosa: Que colheita? Você é fazendeiro?


Claude: De certa forma... Falou sentando ao lado dela.


Rosa: Por que de certa forma?


Claude: Porque faço outras coisas, mas não quero falar disso agora, esta com fome?


Rosa: Um pouco!


Claude: Então vem... Falou puxando pelo braço.


Rosa: Onde?


Claude: Pra cozinha, com essa chuva toda não tem como eu te levar pra comer em algum lugar, precisamos improvisar algo.


Rosa: Me fala pelo menos o seu nome.


Claude tinha receio de falar seu nome para ela, logo que falasse ela já saberia de quem se trataria... Nara só se aproximou dele por causa do seu dinheiro, queria ter mais tempo com Rosa, pra poder se abrir pra ela...


Claude: Vamos combinar uma coisa...?


Rosa: O que?


Claude: Assim que sairmos daqui e estivermos em São Paulo vamos sentar e conversar, mas por enquanto vamos esquecer que tem um mundo lá fora, vamos aproveitar nosso momento. Que vai ser só nosso!!


Rosa: É exatamente disso que tenho medo.


Claude: Do que?


Rosa: Por que lá fora tudo vai ser diferente e você vai esquecer de mim.


Claude: Já disse que não vai ser assim, confia em mim, amanhã teremos que voltar pra São Paulo, mas hoje vamos fazer de conta que só existe a gente aqui e pra começar podemos fazer um almoço, mas vou logo avisando que não tenho talento nenhum na cozinha... Falou pegando ela no colo...


Já na cozinha...


Claude abre a geladeira e diz...


Claude: O problema é que não avisei ninguém que viria para cá, meus empregados não abasteceram a geladeira, mas tem ovos, queijo, presunto...


Rosa: Está ótimo, eu posso preparar um omelete.


Claude: Eu te ajudo.


Rosa: Eu não imagino você na cozinha... Disse rindo.


Claude: Nem eu me imagino, mas acho melhor eu ficar aqui, é perigoso deixar você perto de um fogão.


Rosa: Por quê?


Claude: Você é meio desastrada, cherry, pode colocar fogo na casa... Disse rindo, Rosa foi pra cima dele batendo nos ombros e beliscando o abdômen dele... Aii isso doi, vem cá... Falou e a puxou pegando ela no colo e a colocando sentada na mesa... Tá um charme com a minha camisa... Disse beijando a garganta dela...


Rosa: Desse jeito não vai sair omelete nenhum...


Claude: Só um beijinho! Claude a beija intensamente e depois os dois começam a fazer o omelete, ele sempre atrás dela beijando sua nuca deixando Rosa com as pernas bambas...


Rosa: Você pode arrumar a mesa enquanto isso?


Claude: Claire!! Só mais uma coisinha... Disse no ouvido dela...


Rosa: O que?


Claude: Você tá uma delícia e já tá me dando outro tipo de fome.


Rosa: Você tá um tarado isso sim.


Claude: Você que me deixa assim, sabia? Disse isso e mordiscou a orelha dela.


Rosa deixou cair um prato no chão...


Claude: Mon Die!! Será que vai sobrar prato? Disse rindo.


Rosa: Foi culpa sua, vai logo arrumar a mesa... Disse o empurrando, ele saiu rindo e foi arrumar a mesa, quando Rosa sentou ao lado dele ele sentiu que ela estava gelada.


Claude: Tá com frio, cherry?


Rosa: Um pouco, essa água da torneira tava um gelo.


Claude se levantou, pegou a manta da cama e gentilmente. Colocou sobre os ombros dela.


Claude: Vai ficar mais aquecida assim... Falou isso e deu um selinho nela. Os dois comeram e se divertiram, Claude contou coisas de sua infância e ela também...


Rosa: Essa chuva não passa.


Claude: Tem uma vantagem em dias assim.


Rosa: Qual?



Claude: Ficar o dia todo na cama namorando... Disse já pegando ela no colo e levando de volta pra cama... CONTINUA... RSRSRS...