quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Último Capítulo



Ela não resistiu ao sorriso dele e sorriu também, Claude fica feliz por ela responder ao sorriso dele, mas nesse momento Henri chega bem atrás de Claude e diz...


Henri: Boa noite família...


Claude desmanchou o sorriso e pensou que aquele sorrisinho tímido de Rosa não era direcionado a ele e sim para seu irmão que estava atrás dele.


Amália: Boa noite, entre... Falou indo recebê-lo.


Rosa olhou pra Henri e não o via mais como antes, seu coração palpitou na hora que ela viu Claude, mas Henri ela praticamente não sentiu emoção nenhuma.


Claude: E Sara? Perguntou ele ao irmão.


Henri: Ficou em casa, está indisposta...


Amália: Hum será que não é a visita da cegonha que já está chegando?


Henri: Mon Die tia, não fala isso não quero filhos tão cedo.


Rosa ficou olhando pra Claude...


Henri: Serafina que saudades... Disse indo abraçar a prima, Claude baixou a cabeça e saiu de perto... Como vai?


Rosa: Bem e você?


Henri: Tô indo! Sinto saudades das nossas conversas.


Rosa: Agora você tá casado, não precisa mais conversar comigo.


Henri: Mas tem coisas que a gente só fala pra uma amiga, assim como você.


Nesse momento Amália que sabe da paixão da filha pelo primo vai até ela com a desculpa de que ela precisa de ajuda...


Amália: Filha vem me ajudar a servir os convidados...


Rosa: Da licença, Henri... Rosa se afastou e Henri a chamou.


Henri: Serafina?


Rosa: O que?


Claude não conseguia tirar os olhos dos dois...


Henri: Até agora não sei por que você saiu da empresa, você faz muita falta lá sabia mocinha. Falou sorrindo e passando o polegar no rosto dela, num gesto carinhoso.


Rosa: Vocês vão achar outra pessoa que me substitua... Falou passando o dedo em volta da taça de vinho... Agora preciso ir minha mãe tá me esperando, com licença.


Claude aproveitou que ela se afastou de Henri...


Claude: Que que você quer com ela hein?


Henri: Nada, conversar só eu sinto falta dela. Principalmente agora.


Claude: Por quê?


Henri: Eu e Sara estamos passando por uma crise.


Claude: Mas você acabou de se casar...


Henri: É, mas se eu soubesse que ia ser assim não teria me casado.


Claude: Você é um irresponsável mesmo... Falou Claude com raiva do irmão e saiu dali.


Henri: Claude? Claude? Falou indo atrás do irmão, Claude não deu importância ao chamado de Henri e foi diretamente para biblioteca.


Amália: Serafina, esquece ele filha, ele é homem casado.


Rosa: Mãe eu não tava fazendo nada demais...


Amália: Eu sei, mas a família toda sabe da sua paixão por ele, então evita ficar perto per favore.


Rosa: Está bem...


Amália sorriu, deu um beijo na testa da filha e falou...


Amália: Eu só quero seu bem...


Rosa: Eu sei mãe...


Amália: Agora tira essa carinha de tristeza e vai lá na biblioteca, pegar a escada preciso pegar umas travessas que estão na parte mais alta do armário.


Rosa vai até a biblioteca e da de cara com Claude...


Rosa: Oii...


Claude: Oii...


Os dois ficaram se olhando... Rosa disfarçou e disse...


Rosa: Eu vim buscar a escada... Falou pegando a escada.


Claude: Deixa que eu pego pra você... Falou se apressando em pegar antes dela.


Rosa ficou olhando pra e ele falou...


Claude: A gente precisava conversar esclarecer tudo o que aconteceu.


Rosa: Agora não...


Claude: Por favor, me deixa explicar.


Rosa respirou fundo e disse...


Rosa: Por que fez tudo aquilo comigo?


Claude: Porque eu te amo!! Porque eu sempre te amei.


Rosa: O que?


Claude: Você nunca nem desconfiou, nunca tive espaço no seu coração, mas sempre achei que sua paixon por Henri um dia fosse acabar, me segurei nessa esperança e quando ele se casou, vi a oportunidade pra te tirar daqui, pensei que num lugar longe da presença dele você enxergasse o quanto eu te amava.


Rosa: Você o... O... O... Que? Perguntou perplexa.


Claude: É tão difícil assim de acreditar?


Rosa: Claro que é você sempre me tratou mal, sempre brigando comigo, sempre me chamando de menina mimada, imatura, nada do que eu fizesse te agradava você sempre colocava um defeito... Falou nervosa.


Claude: Foi a maneira que eu encontrei de suportar ou você pensa que pra mim foi fácil ver você sempre pelos cantos chorando por causa dele?


Rosa: Por que não tentou me conquistar ao em vez de me tratar feito uma criança?


Claude: Várias vezes tentei, mas você não me enxergava, não dava oportunidade. Eu te tratava feito uma criança porque você agia como uma... Os dois ficaram se olhando intensamente por um tempo depois ele se aproximou dela e disse... Fala alguma coisa.


Rosa: Claude... Nesse momento Giovanni entra na biblioteca...


Giovanni: Claude será que você podia vir aqui me ajudar a preparar umas bebidas?


Claude se afastou de Rosa e disse...


Claude: Claro tio... Claude saiu com Giovanni pra sala deixando Rosa confusa.


Rosa ainda estava atônita com o que ouviu de Claude, com o olhar parado sem conseguir entender nada...


Sandy: Oi amiga...


Rosa: Que bom que você veio Sandy, eu tava me sentindo meio perdida aqui...


Sandy: O que foi? Você ta pálida, aconteceu alguma coisa?


Rosa: Vem comigo vou te contar tudo o que aconteceu comigo... Falou puxando a amiga pra um canto da sala.


Sandy: Me conta amiga o que foi? Tô te achando estranha, o que tá acontecendo, tá sentindo falta do trabalho?


Rosa começa a contar a Sandy tudo o que aconteceu com ela no Rio, desde a viagem a chegada ao hotel, as brigas, o passeio na praia, o jantar com Julio, o jantar de Claude com a tal Laura, sobre a noite de amor que teve com Claude, sobre a armação dele e finalmente sobre a declaração que ele fez minutos atrás...


Sandy: Amiga eu tô passada com tudo que você tá me contando...


Rosa: Imagina eu Sandy a minha cabeça tá um turbilhão eu não sei mais o que pensar o que sentir a minha vida inteira eu fui apaixonada pelo Henri, eu tinha certeza que ele era o homem da minha vida...


Sandy: Ai amiga, se um homem lindo como o Claude fizesse o que ele fez pra ter uma noite de amor comigo e depois se declarasse assim pra mim, amiga eu me jogava aos pés dele e nunca mais desgrudava. Hehehe...


Rosa: Ai Sandy, você tá me confundindo mais ainda...


Sandy: Amiga, não sei por que você tá assim? O Henri tá casado, esquece ele, depois você mesma acha que aquilo tudo que você sentia por ele não significa assim tanta coisa pra você.


Rosa: Eu sei, mas tá tudo tão confuso na minha cabeça.


Sandy: Eu vi você e o Henri conversando o que vocês falaram??


Rosa: Cordialidades sabe conversa de primo? Agora eu me sinto tão diferente em relação a ele é como se eu nunca o tivesse amado...


Sandy: E o Claude o que você sente por ele?


Rosa: Eu tô totalmente perdida, eu tava com raiva dele, mas depois do que ele acabou de me dizer, eu senti que ele foi sincero, eu que fui uma burra que nunca reparei.


Sandy: Não sei como você não foi reparar num homem tão lindo desse, amiga ele é um Deus né, aquele sotaque no ouvido, aquela barba por fazer no pescoço, uiiii quem resistiria ai multiplica senhor...


Rosa: Nem me lembre... Falou se abanando.


Sandy: Você tá apaixonada por ele. Só que não quer enxergar porque pra você é tudo muito novo, você se dedicou muitos anos de sua vida pensando amar o Henri e agora tá perdida porque descobriu que não era amor.


Rosa: Eu não sei tô tão confusa, eu sempre me pego pensando no Claude, acho que gosto dele mais do que eu imaginava, depois da noite que tivemos não consegui tira-lo dos meus pensamentos, hoje quando eu o vi minha vontade era de me atirar nos braços dele, quando dei por mim eu estava rindo pra ele como uma idiota...


Claude que tinha chegado perto quando Rosa fazia as últimas declarações a sua amiga Sandy logo tirou conclusões precipitadas achando que Rosa falava de Henri então se afastou pra não ouvi-la declarar todo o seu amor por seu irmão...


Sandy: Por que você não o chama pra conversar num lugar mais tranquilo? Diz o que tá sentindo por ele, lembre-se ele já deu o primeiro passo agora falta você... Falou sorrindo.


Rosa: Eu acho que você tem razão... Disse ela sorrindo.


Sandy: Vai e seja feliz com o homem que te ama.


Rosa sorriu querendo sair dali, mas Amália chega para chamar todos pra cantarem parabéns.


Seu Giovanni estava feliz com sua família toda reunida, cantando parabéns pra ele...


Giovanni: Obrigado...


Henri: Tio, o senhor pode pedir tudo hoje é seu dia, o que o senhor quer fazer?


Giovanni: Quero matar a saudades de quando vocês eram bambinos.


Henri: Então vamos ver os vídeos da família...


Todos gostaram da ideia e foram para a sala de TV, assistir vídeos da família...


A maioria eram imagens de Claude, Rosa e Henri ainda adolescentes. As imagens mostravam claramente a admiração e o fascínio que Henri exercia sobre Rosa, aquilo foi demais pra Claude, ele olhou em direção de Rosa e a viu sorrindo...


Discretamente ele saiu daquela salinha...


Já Rosa sorria porque só agora vendo como Claude a olhava na adolescência ela reparou o quanto ele queria chamar sua atenção muitas das vezes brigando e chamando a atenção dela sobre algo.


**Como fui idiota de não perceber o que estava obvio.** pensou Rosa olhando as imagens no vídeo.


Claude andava pelo jardim triste...


Claude: Fui um idiota em me abrir pra ela... Falou isso e respirou fundo.


Na salinha Rosa procurava por Claude, ela saiu da salinha e começou a procurar Claude pela casa...


Rosa procurava Claude pela casa toda, precisava falar com ele resolveu seguir os conselhos da amiga Sandy e falar com Claude como se sentia a respeito de tudo que tinha acontecido entre eles, encontra a tia Francesca sentada na sala e pergunta...


Rosa: Tia a senhora viu se o Claude passou por aqui?


Francesca: Oh bela, eu vi quando o Claude passou por aqui indo em direção ao jardim...


Rosa vai em direção ao jardim procurando por Claude ela o avista de longe e vai caminhando até chegar perto dele ela diz...


Rosa: Incomodo?


Claude: Claro que non, aqui quem te incomoda sou eu non é mesmo?


Rosa: Ham?


Claude: É issi mesmo eu te incomodei durante todos esses anos, porque eu acreditava que o seu amor por Henry era um amor de criança, mas hoje eu pude perceber que você realmente o ama, eu pude ver os olhares apaixonados que você lançava pra ele...


Rosa: Claude deixa eu falar...


Claude: Non Rosa você non precisa me falar mais nada eu já entendi tudo, entendi o que eu non queria ver durante anos, eu tentei me iludir pensando que eu pudesse conseguir fazer você esquecer o meu irmão, mas já vi que nunca vou conseguir issi...


Rosa: Claude...


Claude: Eu só queria dizer pra você tomar cuidado porque o Henri é meu irmão, mas ele é um sujeito irresponsável e vai tratar você exatamente igual ele está tratando a Sara, você pode pagar um preço alto demais por esse seu amor, pode sair muito magoada com essa história...


Rosa: Deixa eu falar porque eu vim até aqui...


Claude: Você não precisa dizer nada, eu só queria pedir desculpas por eu tirar de você o privilégio de se entregar ao seu verdadeiro amor, ao homem que você esperou por toda sua vida, você se guardou pra ele non é? Eu fui um canalha que armei aquilo tudo e me aproveitei do seu momento de fragilidade, eu só queria que você me perdoasse eu prometo que non vou mais te incomodar... Diz Claude saindo.


Rosa: Claude!! Claude volta deixa eu falar com você... Rosa tentou falar, mas ele entrou no carro e foi embora... Francês turrão argh!!! Falou ela entrando.


Amália: Filha... Falou Amália vendo a filha entrar feito um foguete na sala.


Rosa: Agora não mamãe... Falou subindo a escada apressada.


Henri: O que que deu nela?


Francesca: Ela tava procurando o Claude, com certeza já brigaram de novo.


Giovanni: Dio Santo será que eles nunca vão parar de brigar ham.


Dois dias se passaram após o aniversário de Giovanni. Rosa ligou pra construtora querendo falar com Claude, mas Nara sua secretária sempre dizia que ele estava em reunião. Ela tentava no celular, mas ele também não atendia.


Na construtora...


Henri: Quem é que te liga sempre e você não atende hein?


Claude: Ninguém!! Falou sério.


Henri: Serafina não mudou de ideia mesmo?


Claude: Não sei.


Henri: Ai Claude, esse seu mau humor, tá cada dia pior.


Claude: Você já está pronto pra reunião? Daqui a pouco mamãe já está aí e os acionistas também.


Henri: Está bem. Só não entendo porque você quer essa reunião assim tão urgente.


Claude: Na hora certa você saberá.


Na casa de Rosa...


Giovanni: Francesca me ligou preocupada.


Amália: Aconteceu alguma coisa amoré?


Giovanni: Parece que Claude não quer mais o controle das empresas, vai passar tudo pra Henri.


Amália: Mas por quê? Aquela construtora é a vida dele.


Giovanni: Não sei por isso Francesca estava preocupada, porque ele só falou que não quer mais morar no Brasil, sabe como o Claude é né? Fechadão, não se abre com a mãe. Ela falou que ele anda diferente desde que veio daquela viagem.


Amália: Qual viagem?


Giovanni: Aquela que ele foi com nostra filha.


Amália ficou intrigada.


Enquanto isso Rosa olhava fixamente para um teste de gravidez, esperava ansiosa pelo resultado...


Depois de dois minutos ela vê o resultado e sorri colocando as mãos no ventre...


Rosa: Hoje você não me escapa francês...  Falou isso e desceu feliz.


Amália: Tá feliz minha filha?


Rosa: Muito... Disse se servindo de café.


Giovanni: Filha parece que o Henri vai assumir o controle das empresas.


Rosa: O que?


Amália: O Claude marcou uma reunião hoje com o Henri, pra dar o controle das empresas pra ele.


Rosa: Mas por quê?


Giovanni: Porque ele vai embora...


Rosa: O que? Falou assustada.


Amália: O que que aconteceu, filha?


Rosa: Ele não pode ir embora, eu não vou deixar... Disse isso e saiu correndo.


Amália: Serafina?


Rosa pegou um táxi e foi para construtora. Chegando lá...


Nara: Dr. Claude não pode atender agora, ele está em reunião.


Rosa: Mentirosa, fazem dois dias que eu ligo aqui e você me fala isso.


Nara: Não posso fazer nada se ele não quer falar com a senhora... Disse provocando Rosa.


Rosa ficou com raiva e foi pra porta da sala de Claude...


Nara: A senhora não pode entrar aí... Falou se metendo na frente dela.


Rosa: Quero ver quem é que vai me impedir... Falou empurrando Nara que quase caiu no chão.


Nara: Grossa!! Disse com raiva.


Rosa entrou na sala tão nervosa que nem se deu conta de que Claude estava em reunião.


Rosa: Claude, você não pode ir embora... Falou ficando de costas para Henri, sua tia Francesca e os acionistas da empresa que estavam participando da reunião e de frente para Claude, que tinha levantado da cadeira principal da mesa de reuniões e estava pegando uns papéis em sua mesa quando Rosa entrou.


Claude: Serafina!! Falou espantado... Como entrou aqui?


Rosa: Não interessa, o que importa é que você não pode ir embora...


Claude: Serafina, calma!!


Rosa: Calma nada, hoje você vai me ouvir, naquele dia você não me deixou falar, falou um monte de besteiras.


Claude: Besteiras?? Perguntou ele indignado por ela falar que o que ele falou foi besteira.


No calor da discussão até Claude esqueceu da reunião..


Rosa: Besteira sim, você não quis deixar eu falar.


Claude: Pra que? Eu já sei tudo o que você ia dizer.


Rosa: Você não sabe de nada.


Claude: É sempre assim nunca sei de nada né... Diz ele irônico.


Rosa: Eu queria te dizer que você tava certo, eu nunca amei o Henri... Todos que estavam na sala até então estavam parados esperando o que ela iria falar Henri quando ouviu isso ia falar algo, mas a mãe dele o segurou, fazendo um gesto para que ele deixasse Rosa falar o que estava sentindo... O que eu sentia por ele era um amor de criança, eu idealizei uma coisa que não existia.


Claude: Mas eu vi bem o seu olhar pra ele, aquilo é amor... Falou triste.


Rosa: Deixa eu falar, tudo o que eu vim aqui pra falar... Claude se calou e ela continuou... Aquela noite no Rio de Janeiro foi maravilhosa, nunca fui tão feliz em toda minha vida, como fui nos seus braços naquele momento, você me amou, me desejou e eu estraguei tudo com meu orgulho, só porque não queria admitir que você tava certo e você sempre esteve certo quando me chamava de teimosa, é isso mesmo que sou, depois daquela noite de amor... Nesse momento Francesca colocou as mãos na boca, Henri sorriu e Rosa continuou a falar... Eu não consegui pensar em outra coisa, a não ser em você, mas eu tava com raiva, não queria admitir que o  homem da minha vida é você...


Claude ficou admirado e seus olhos começaram a brilhar com suas lágrimas...


Claude: Serafina...


Rosa: Não terminei ainda, Claude. No dia do aniversário do papai, eu tive a certeza de que é você que amo, quando você chegou e me olhou daquela maneira, meu coração parecia que ia sair pela boca.


Francesca sorriu emocionada, com a declaração da sobrinha, pois sempre soube que seu filho Claude era apaixonado por ela. Rosa continuou...


Rosa: Quando eu vi Henri, não senti nada, apenas carinho, o mesmo carinho que eu teria por um irmão, mas eu não sabia que você me amava, eu achava que você me detestava, porque você só sabia reparar nos meus defeitos...


Claude: Eu tentei te esquecer, mas...


Rosa: Não conseguiu??


Claude só fez um aceno com a cabeça concordando...


Rosa: Quando você se declarou pra mim eu fiquei totalmente perdida, me perdoa nunca ter tido a sensibilidade de notar seu amor...


Claude que até então estava atrás de sua mesa vai até ela e diz...


Claude: Serafina... Disse acariciando seu rosto, Rosa fechou os olhos, acariciou suas mãos e disse...


Rosa: Claude...


Nesse momento Francesca se levanta e diz...


Francesca: Acho melhor deixarmos essa reunião para outro dia.


Só então que Rosa se da conta de que tinha atrapalhado a reunião de Claude com a família e os acionistas da empresa, ela se virou roxa de vergonha e só conseguiu dizer...


Rosa: Tia.


Os acionistas saíram na frente, Henri bate nas costas do irmão e diz...


Henri: Seja feliz meu irmão.


Francesca abraça Rosa e os dois saem da sala deixando Rosa e Claude sozinhos...


Claude abraçou Rosa e ela disse...


Rosa: Que vergonha, eu tava tão desesperada pra impedir você de ir embora que nem me dei conta que a sala estava cheia de gente.


Claude sorriu e disse...


Claude: Vergonha do meu amor?


Rosa: Não, claro que não... Falou o abraçando mais forte... Mas falei sobre nossa noite de amor.


Claude riu e disse...


Claude: Não se preocupe, acho que a única que se chocou foi mamãe, mas ela já sabia a muito tempo do meu amor por você e deve ter vibrado com a sua revelação...


Rosa sorriu e disse...


Rosa: Você não me falou se me perdoou...


Claude: Eu vou pensar ainda, se você merece meu perdão... Falou beijando o pescoço dela.


Rosa: Vai me torturar? Falou mordendo o lábio inferior.


Claude: Sim, você foi uma menininha muito malvadinha... Falou já a pegando no colo e levando para o sofá.


Rosa: Eu preciso te falar uma coisa... Falou Rosa interrompendo Claude que já deslizava seus dedos nos primeiros botões da blusa que Rosa usava.


Claude: Vai dizer que me ama?


Rosa: Eu te amo... Falou dando vários beijinhos nele.


Claude: Eu também te amo muito, sempre te amei, sempre, sempre... Falou entre os beijos.


Rosa: Mas tem outra coisa também...


Claude parou de beijá-la a encarou sério e disse...


Claude: O que foi?


Rosa: Naquela noite no hotel, não nos prevenimos.


Claude: O que?


Rosa: Você não usou camisinha...


Claude: Não tinha como cherry, eu tava louco por você e nem pensei nisso... Falou acariciando o rosto dela.


Rosa sorriu e Claude percebeu onde ela estava querendo chegar com aquela conversa...


Claude: Não vai me dizer que...


Rosa: Isso mesmo!! Disse ela sorrindo.


Claude não se conteve, começou a chorar e se abaixou ficando de joelho no chão se apoiando no sofá e beijou o ventre dela, ela se emocionou também...


Claude: Meu filho! Disse ele para Rosa, após ter dado beijo em sua barriga.


Os dois se abraçaram depois se beijaram apaixonadamente.


Claude: Casa comigo?


Rosa: Tudo o que eu mais quero nessa vida é ser sua mulher... Disse isso o puxando para junto dela novamente.


FIM...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Capítulo 2



Rosa: Para com isso me solta... Disse nervosa.


Claude: Você nunca beijou o Henri?


Rosa: Não é da sua conta... Falou lutando pra conseguir sair debaixo dele.


Claude: Kkkkkkkkkkk... Nunca né, se ele tivesse te dado um beijo, ele teria te ensinado.


Rosa: Eu te odeio, odeio tudo em você, seu beijo, seu sotaque, essa sua barba ridícula... Falou Rosa pra descontar os desaforos que ele estava falando pra ela, mas o efeito foi totalmente ao contrario.


Claude: Kkkkkkkkkkkkkk... Claude riu descaradamente...  Como você é criança, acha mesmo que eu acredito que você odiou meu beijo? Eu senti você vibrando nos meus braços, eu senti você totalmente envolvida... Sussurrou ele no ouvido a deixando perturbada com suas provocações, passando a barba por fazer no pescoço dela.


Rosa: Para com isso, Claude!! Me solta!!


Claude: Confessa que você gosta, só tá resistindo porque é uma mulherzinha imatura e teimosa que colocou na cabeça que ama meu irmão, mas não ama... Disse a segurando com mais firmeza.


Rosa: Meu amor não tem nada de imaturo, eu amo o Henri, você só fala isso porque não consegue suportar a ideia de que o Henri é muito melhor do que você.


Claude: Não seja ridícula, você nem sabe o que significa o amor, não sabe nada sobre amar. Não sabe como é sofrer por um amor não correspondido. Você pensa que ama o Henri, mas não ama.


Rosa: Quem é você pra falar o que eu sinto você mal me conhece...


Claude: Aí que você se engana, eu te conheço mais até do que você se conhece...


Rosa: Por que você tá fazendo isso comigo?


Claude: Quero te provar que você não ama o Henri, quero te mostrar que não existe só ele nesse mundo, você não tem que ficar sofrendo por causa dele...


Claude a olhou nos olhos e os olhos dela brilhavam... Ele não resistiu e a beijou...


Um beijo intenso e voraz, ele soltou seus braços lentamente na medida em que ela aceitava seu beijo, já livre ela o enlaçou pelo pescoço e aprofundou ainda mais o beijo.


Claude passou a deslizar os lábios pelo pescoço dela, mordiscou sua orelha e disse...


Claude: Deixa eu tirar sua camisola.


Rosa: Claude... Sussurrou ela, sem forças de impedi-lo.


Rosa deixou escapar um gemido sensual de sua garganta ao sentir as mãos de Claude espalmadas, passando lentamente pelos seus quadris na tentativa de erguer sua camisola.


Rosa: O que pensa que esta fazendo? Tentou com que aquela pergunta saísse de seus lábios como um protesto, mas o efeito foi totalmente o contrário, nem ela acreditava que tivesse falado tão sensualmente e o que era um protesto virou uma suplica para que ele continuasse...


Claude: Quero sentir sua pele... Sussurrou ele no ouvido dela, depois beijou o pescoço a deixando mais vulnerável.


Claude foi descendo perigosamente com seus lábios úmidos pelo colo de Rosa e suas mãos deslizavam pelas costas dela retirando por completo a camisola que ela trajava.


Com os seios expostos ela se retraiu, mas Claude os acariciou e logo seus mamilos demonstravam sua excitação.


Rosa: Claude... Resmungou ela.


Claude: Deixe-me senti-la, por favor...  Falou pousando seus lábios em um dos seios dela, Rosa não podia suportar tudo aquilo, sua respiração já era irregular...


Rosa: Claude, por favor!!


Claude não a escutou continuou a provocando com sua língua ele fazia carícias circulares em seu mamilo...


Afundou o rosto entre os seios e foi descendo pelo abdômen dela, quando chegou em seu ventre o beijou delicadamente, Rosa se contorceu ele sorriu e disse...


Claude: Diga que esta gostando...


Rosa não falava nada, não tinha condições de formar nem uma palavra que fizesse sentido naquele momento.


Claude sorriu novamente e suas mãos brincaram com o elástico da calcinha, Rosa sentiu seu corpo todo tremer, mas não fez nada para impedi-lo, instintivamente impulsionou seu corpo para facilitar que ele retirasse aquela peça a deixando totalmente nua, Claude gemeu extasiado com a visão do corpo dela.


Rosa não conseguiu segurar o grito de prazer que emitiu quando Claude passou a acariciá-la intimamente, seu coração acelerou denunciando que precisava de suas carícias mais intensas...


Claude sorriu com a reação dela e disse...


Claude: Você me quer?


Rosa não disse nada, continuou com os olhos fechados com sua respiração fraca, mas não admitiria que o queria...


Claude então decidiu provocá-la ainda mais...


Com suas mãos firmes ele afastou suas pernas e beijando o interior de suas coxas, percebeu a pele dela eriçada, assim ele continuou beijando e passando a ponta da língua levemente até chegar em sua feminilidade, movimentou lentamente, numa tortura tentadora...


Rosa: Claude... Falou com sua voz embargada... Sua respiração ofegante não a deixava conseguir falar mais nada.


Claude: Fale cherry, diga que me quer... Disse e intensificou suas carícias, enquanto suas mãos acariciavam os seios dela, ele a torturava com sua língua quente em seu ponto mais sensível.


Rosa: Por favor, Claude!! Não me torture assim...  O que quer que quisesse provar você já conseguiu, agora chega... Falou ela num sussurro.


Claude ergueu seu corpo, ficando com os joelhos flexionados na cama e começou a passar suas mãos enormes pelo corpo todo dela causando arrepios...


Claude: Fala pra mim, se algum homem já te tocou assim? Se algum dia você sentiu seu corpo assim todo arrepiado como está agora? Confessa pra mim que me quer, confessa!! Insistiu ele.


Rosa não aguentou mais e disse...


Rosa: Quero.


Claude: Ham??


Rosa: Eu te quero... Claude sorriu e disse...


Claude: Tem certeza disso, cherry? Lembre-se que não é meu irmão que está aqui.


Rosa queria esbofeteá-lo, mas não conseguia se mexer, o desejava de uma forma que nunca pensou desejar ninguém, nem mesmo em seus sonhos com Henri, ela se imaginou daquela maneira. Talvez Claude tivesse razão sua paixão por Henri era uma coisa boba e infantil, totalmente diferente do que estava sentindo agora ao ser tocada por Claude...


Claude se levantou saindo da cama abruptamente...


Rosa sentiu um vazio invadir seu ser, será que Claude só estaria brincando com ela? Era bem a cara dele fazer esse tipo de coisa, se retraiu na cama e disse...


Rosa: O que mais quer que eu faça? Perguntou abrindo os olhos e se deparando com Claude tirando sua cueca e indo pra cima dela na cama...


Claude: Quero que me toque, quero sentir seu toque no meu corpo... Rosa sentiu-se aliviada, por um momento pensou que Claude iria deixá-la ali no quarto sozinha...


Timidamente ela fez o que ele pediu, passou as mãos em seu tórax e foi descendo lentamente, sentindo todos os traços daquele corpo viril. O segurou firme pela cintura deslizou suas mãos e apertou seus glúteos.


Claude sorriu com a ousadia dela, Rosa podia sentir seu rosto ferver...


Claude: Tá sentindo meu corpo queimar com seu toque?


Rosa passou a acariciá-lo intimamente, arrancando um gemido rouco dele...


Rosa: Eu que to queimando me possua Claude, me faça a mulher que você tanto quer que eu seja...  Sussurrou ela no ouvido dele também.


Ele a beijou, se posicionando para possuí-la, Rosa o abraçou forte e disse...


Rosa: Seja gentil...


Com aquela declaração ele teve certeza do que ele já desconfiava a muito tempo..


Claude: Não se preocupe relaxe minha pequena... Falou beijando sua face carinhosamente.


Rosa fechou os olhos e o abraçou novamente e esperou ser possuída por ele, Claude primeiro a acariciou friccionando os dedos dele sob o local mais sensível, a deixando mais relaxada, aos poucos ele foi a possuindo com calma e com muito cuidado, Rosa sentiu um leve desconforto, fazendo-a soltar um gemido agudo.


Claude: Pardon... Falou parado, com medo de machucá-la.


Rosa: Continue... Disse ela corajosa. Claude se moveu devagar, depois do desconforto, Rosa queria movimentos mais intensos, ela precisava e ansiava pelo prazer total...


Ela levantou as pernas e pressionou os glúteos dele, para que ele acelerasse os movimentos, o que Claude fez com maestria...


 Os levando a loucura, com os corpos colados pelo suor, trêmulos pelas sensações indescritíveis que estavam sentindo, os dois juntos alcançaram o prazer total...


Claude desabou sobre ela deixando seus braços ao redor do corpo dela, Rosa fez carinhos em suas costas passando de leve as pontas de seus dedos...


Claude a beijou depois se deitou ao seu lado a puxando para junto dele, só se ouvia a respiração ofegantes de ambos, mas nenhum dos dois teve coragem de manter um dialogo...


** Mon Die foi muito melhor do que eu pensava.** Pensou Claude fazendo carinho no braço dela, Rosa agradeceu esse movimento dele, assim ela evitaria olhá-lo nos olhos, evitaria também que ele visse brotar um sorrisinho nos lábios dela...


**Nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer assim.** Pensou ela mordendo o lábio inferior, depois fechou os olhos e acabou pegando no sono.


No dia seguinte, Rosa acorda e se vê nua abraçada a Claude...


Rosa: Isso não devia ter acontecido... Falou baixinho, olhando Claude que dormia tranquilamente. Ela se levantou lentamente, para não acordá-lo, não tinha coragem de olhar pra Claude depois do que acontecera na noite passada...


Rosa tomou banho se arrumou e desceu para tomar café...


Rosa: Você ficou maluca, como pode se entregar assim pra ele? Cadê todo amor que sentia pelo Henri? Falava ela sozinha sentada a mesa.


Rosa demorou bastante no café só para quando voltasse ao quarto Claude já estivesse devidamente vestido.


Mas ao entrar no quarto viu Claude ainda dormindo, tentou sair novamente, mas fez barulho tropeçando no tapete.


Rosa: Ai droga!! Esbravejou ela.


Claude acordou e com os olhos ainda encolhidos ele olha pra ela e pergunta.


Claude: Por que não me acordou?


Rosa se encontrava de costas pra ele, ficou parada sem saber o que falar.


Claude: Serafina??


Rosa: Não quis te incomodar...


Claude sorriu levantou e foi até ela, tentou beijá-la, mas ela se esquivou...


Claude: O que foi?


Rosa: Vista-se...


Claude: Não acredito que ainda possa estar com vergonha depois... Rosa não o deixou  terminar...


Rosa: O que aconteceu ontem não deveria ter acontecido.


Claude endureceu seu olhar e disse...


Claude: Você tá arrependida?


Rosa: Claro.


Claude: Por quê?


Rosa: Porque não nos amamos... Falou sem nem olhar pra ele, não suportaria o olhar dele... Até ontem nos odiávamos, nunca nos demos bem, você sabe disso.


Claude: Como ainda consegue pensar em Henri depois de tudo? Perguntou indignado.


Rosa: Não estou falando em Henri, vista-se por favor, temos muitas coisas pra fazer, depois conversamos sobre isso, que horas os investidores chegarão aqui? Mudou de assunto completamente, pois não queria mais falar sobre o que aconteceu na noite passada.


Claude: Não tem empresário nenhum, não existe investimento nenhum, só inventei essa viagem pra poder ficar uma noite que fosse ao seu lado, queria te tirar daquele seu mundinho cor de rosa que você fantasiava, esperando o príncipe Henri vir te buscar num cavalo branco... Gritou ele bravo.


Rosa: O que? Perguntou pasma.


Claude: É isso mesmo que você ouviu. Eu menti, te enganei...


Rosa: Você só fez isso pra me levar pra cama seu cretino... Disse isso indo pra cima dele.


Claude: Não foi bem assim... Claude ficou desesperado em querer se explicar, mas ela estava uma fera e começou a acusá-lo.


Rosa: Você não vale nada, Claude!! Só por causa que me achava uma boba e infantil por amar  Henri, se achou no direito de me usar pra me provar que eu estava errada, seu canalha... Falou e deu uma bofetada nele... Tá satisfeito agora? Conseguiu o que queria não é mesmo? Me provar que sou uma completa idiota... Falou isso pegou sua bolsa e saiu batendo a porta, não deixando Claude se explicar.


No corredor...


Claude: Serafina?? Serafina?? Me ouve... Falou tentando pegar no braço dela para fazê-la ficar e escutar, ela se virou pra ele com os olhos vermelho pelo choro e também pela raiva que estava sentindo naquele momento.


Rosa: Agora sabe por que te odeio tanto e sabe porque ama tanto Henri? Ele nunca faria uma coisa dessas comigo... Disse isso e saiu correndo.


Claude: Serafina?? Serafina?? Gritou ele no corredor do hotel  quando se deu conta de que estava totalmente nu... Mon Die!! Ai que droga essa italianinha tinha que ser assim tão esquentadinha ham...  Falou entrando no quarto e colocando a sua calça que estava no chão jogada.


Rosa saiu correndo pra fora do hotel, o primeiro táxi que viu a sua frente ela entrou, chorando muito ela pediu que o taxista a levasse para o aeroporto.


Claude chegou à porta do hotel ofegante e chegou a ver quando Rosa entrou no táxi.


Claude: Droga!! Droga!! Como eu fui ser tão burro assim... Falou sapateando na frente do hotel.


No caminho pro aeroporto ela resmungava...


Rosa: Ele sabia que eu não resistiria, ele sabia o quanto eu estava fragilizada com o casamento de Henri, cachorro sem vergonha... Falou chorando.


Se passou um mês, Rosa pediu demissão do emprego, não queria mais nem ouvir falar no nome de Claude, ele tentou várias vezes falar com ela, mas ela se recusou a atendê-lo, ele então achou melhor não insistir, não saia do quarto, ficava ali a maior parte do tempo.


Amália: Minha filha venha me ajudar com os preparativos da festa de aniversário do seu pai.


Rosa: Está bem... Falou desanimada e indo atrás da sua mãe, que fazia doces para o aniversário de Giovanni que seria no dia seguinte.


Giovanni: Melhore essa cara, por favor, ham senon vai espantar os convidados amanhã... Disse sorrindo e fazendo carinho na filha.


Rosa sorriu e disse...


Rosa: Desculpa papai, não ando bem esses dias...


Amália: Falta do que fazer, não sei por que pediu demissão de um emprego tão bom.


Rosa: Não quero falar sobre isso.


Amália: Você nunca se abre com a gente, o que aconteceu nessa viagem? Que briga foi essa que você teve com o Claude? Minha filha pense bem, ele tá precisando tanto de você, Henri ainda está recém casado , quase não para na construtora, para ajudá-lo.


Rosa: Não mamãe, não insista.


Amália: Você é uma teimosa sabia aposto que deve ter sido uma coisa a toa, não acredito que Claude tenha te ofendido assim tão gravemente.


Rosa: O Claude não presta... Gritou ela.


Giovanni: O que é isso? Ele pode ser um pouco mal humorado, mas ele tem caráter, ele sempre foi muito bom com você inclusive te dando um cargo de confiança na empresa.


Rosa: Santo Claude né, papai. Se vocês soubessem... Falou jogando as coisas que estava fazendo, indo em direção da escada.


Amália gritou...


Amália: Amanhã é aniversário do seu pai, quero você com um sorriso lindo pra receber sua tia com seus primos ouviu bem? Falou ela brava.


Rosa subiu correndo...


Rosa: Como vou olhar pra cara dele amanhã? Falou se jogando na cama.


No dia seguinte os convidados já estavam chegando, Rosa ainda estava no quarto quando ouviu a voz de Claude entrando em sua casa. Ela foi até o corredor espiar, viu Claude entrando com sua mãe do lado, a mãe de Claude era italiana irmã de Giovanni, ficou viúva de um francês rico.


Giovanni: Caríssima... Entre per favore...  Falou Giovanni todo orgulhoso de receber em sua casa, sua irmã...


Francesca: Dio santo, como está linda sua festa.


Claude: Oi tio... Falou tentando disfarçar, mas seu olhar percorreu por toda a sala a procura de Rosa.


Francesca: Onde está Serafina?


Amália: Vou chamar... Rosa já estava descendo...


Rosa: Não precisa me chamar estou aqui.


Claude sorriu quando a viu tão linda num vestido preto justo, nunca a vira tão sensual, sempre costumava colocar roupas do estilo romântica com tons claros de rosas... CONTINUA... RSRSRS...