segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Capítulo 30

Verônica: Oi Elizabeth muito me admira de você estar aqui em tão má companhia, pessoas como nós deve fazer uma seleção pra não ser vista com gentinha...


Mrs. Smith: Pois saiba Verônica que eu tenho outra visão de como julgar as pessoas para me relacionar.


Rosa: Mrs. Smith eu vou embora eu lamento sair assim, mas infelizmente vai ser impossível a gente continuar a nossa conversa...


Verônica: Vai mesmo sua mulherzinha sem classe, pode ficar sabendo que nada do que você possa vir a fazer vai ajudar a limpar a barra do seu maridinho ele tá acabado, ele tá no buraco e eu vou jogar a terra em cima...


Rosa: Você se acha tão melhor que os outros não é? Toda cheia de pose, mas ninguém vê o que tem de podre pro baixo desse verniz de riqueza que você passou pra disfarçar.


Mrs. Smith: Por favor, senhoras vamos manter o respeito, acho melhor você se retirar Verônica...


Verônica não deu ouvido e insistiu em insultar Rosa...


Verônica: Eu me dou ao luxo de ser o que quiser eu sou rica, eu não sou da sua laia...


Rosa: Ah mais não é mesmo, o que separa nós os vira-latas de vocês cachorras com pedigree é a decência coisa que você não tem, porque se tivesse não ficava por ai tentando roubar o marido das outras... porque eu posso ser uma corticeira sim, mas eu tenho vergonha na cara eu não jogo baixo como você, eu sou honesta, acho que essa palavra você nem conhece o significado, você não presta...


Verônica: Sua favelada, corticeira quem você pensa que é pra falar assim comigo??


Rosa: E quem você pensa que é pra dizer o que eu devo ou não falar sua arrogante prepotente, mulher mal amada... Gritou Rosa já saindo do controle.


Mrs. Smith: Por favor...

Verônica: Você não é nada, não tem classe nem berço como eu, nunca vai chegar aos meus pés, porque eu nasci assim e você nem usando essas roupas caríssimas vai chegar perto de mim na educação, no requinte..


Rosa: Sou mal educada sim, sou barraqueira sim, mas não sou vagabunda como você, eu sinto pena de você sabia uma mulher que precisa planejar um golpe pra prender um homem, mesmo assim não conseguiu, não tem competência pra isso do que te adianta sua riqueza, sua classe, seu berço, se você não é e nunca vai ser feliz... 


Verônica: Eu não preciso da sua pena, eu que tenho pena de você, bem se vê porque aquele peste do seu filho não tem educação também sendo criado por uma oportunista como você que deu o golpe do baú pra sair daquela pocilga onde você foi criada, só podia dar nisso, um moleque sem berço como a mãe...


Rosa: Sua desgraçada, não fala do meu filho sua piranha ordinária... Disse isso e partiu pra cima de Verônica arranhando seu rosto, Rosa pegou pelos cabelos e a levou pra fora do restaurante...


Verônica: Aii sua louca me larga...


Rosa: Eu vou te ensinar a nunca mais abrir a boca pra falar do meu filho... Disse isso e deu um soco na boca de Verônica, que ficou com raiva e partiu pra cima de Rosa também, as duas rolaram no chão, Rosa segurava Verônica que acabou ficando imobilizada, Rosa deu vários tapas no rosto de Verônica...


Verônica: Sai de cima de mim... Socorro... Gritava ela logo veio alguns seguranças e retiraram Rosa de cima de Verônica.


Rosa: Me larga que eu quero matar essa desgraçada... Se debatia Rosa nos braços dos seguranças.


Verônica ainda a provocou dizendo...


Verônica: Isso não muda nada, você continua sendo uma favelada, casada com um homem fracassado... Rosa puxou a blusa dela rasgando, mas os seguranças retiraram Verônica dali.


Rosa: Ordinária... Disse Rosa se soltando dos seguranças.


Mrs. Smith que viu a cena ficou impressionada com a valentia de Rosa...


Mrs. Smith: Você está bem minha querida?


Rosa: Estou sim, não é essa pistoleira que ia me derrubar... Disse Rosa se ajeitando... Me desculpe Mrs. Smith, Eu perdi a cabeça quando ela falou do meu filho.


Mrs. Smith: Rosa você fez muito bem, ela precisava disso, mostrou que sabe defender sua família, não se preocupe minha querida eu vou te levar pra casa.


Rosa: Não precisa eu tô com o meu carro... Muito obrigada, sinto muito por não ter conversado mais com a senhora, mas não se preocupe que vou entender qualquer decisão que a senhora tomar... Agora tenho que ir... Disse isso deu um beijo na americana e saiu.


Verônica sai do restaurante com o rosto todo arranhado, com sua blusa rasgada, chega em sua casa assustando a todos...


Emp: O que que aconteceu com a senhora?


Verônica: Não te interessa, me deixa em paz... Gritou ela histérica, quebrando as coisas de dentro de casa, os vasos, estatuas, as bebidas ela estava fora de controle, xingava Claude e Rosa...


Verônica: Aquela infeliz, ela me paga eu vou matar aquela desgraçada... Verônica se lembrou que o pai dela tinha uma arma escondida no cofre.


A empregada acha melhor ligar pra Erci e dizer que a patroa está fora de si quebrando tudo o que vê pela frente...


Erci: Mas ela me expulsou do apartamento dela, se ela me ver ai nessa mansão ela vai ficar pior.


Emp: Se ela continuar assim, eu vou ligar pro irmão dela que está nos Estados Unidos, estou com medo que ela faça alguma besteira ou machuque alguém...


Verônica desce com a arma na mão...


Verônica: Oh sua enxerida o que que você tá fazendo hein? Desliga esse telefone anda... Gritou Verônica totalmente fora de si.


Emp: Ai meu Deus ela tá armada... Disse a empregada apavorada.


Erci: Meu Deus surtou de vez, fica calma vou chamar a polícia, tenta segurar ela ai...


Erci ligou pra policia e foi pra mansão, onde Verônica estava...


Verônica: Fala sua ordinária com quem você tava falando? Com aquela louca da Rosa é??


Emp: Não, eu nem conheço essa Rosa, por favor, D. Verônica coloca essa arma na mesa, ela vai disparar e vai machucar alguém... Suplicava a empregada, pois Verônica estava totalmente transtornada, não falava coisa com coisa, balançava a arma na mão como se fosse um brinquedo.


Verônica: Kkkkkkkkkkkkk tá com medo?? Sua banana sai da minha frente... Gritou ela empurrando a empregada.


Emp: D. Verônica...


Verônica: SAI JÁ FALEI... Gritou Verônica pra empregada que saiu correndo.


Verônica vai até o bar e pega uma garrafa que ela mesma tinha jogado no chão, mas como cai no tapete não havia quebrado, ela bebe no gargalo mesmo, fazendo cara feia e diz...


Verônica: Você vai me pagar caro por ter encostado a mão em mim sua favelada sem classe, eu vou pegar aquele peste do seu filho... Disse isso e saiu como uma doida.


Mas na hora que ela ia entrar no carro Erci chega com a polícia.


Policial: Larga a arma... Disse apontando a arma pra ela.


Verônica: Não cheguem perto de mim que eu vou disparar...


Erci: Deixa eu ir falar com ela, ela não vai fazer nada comigo sou amiga dela... Disse Erci ao policial.


Policial: Não, é muito perigoso, fique onde está...


Verônica já delirava e via Rosa no lugar de Erci, de tão perturbada que estava...


Verônica: Eu quero falar com ela... Apontava pra Erci pensando estar apontando pra Rosa.


Policial: Abaixe a arma...


Verônica: Já disse que quero falar com ela... Gritou Verônica.


Erci: Deixa eu ir, ela vai se acalmar tenho certeza...


Policial: Não...


Erci não obedece o policial e vai assim mesmo, no que ela se aproxima de Verônica, ela dispara acertando no ombro de Erci que cai, os policiais entram na garagem e rendem Verônica que deixa a arma cair quando cai em si e vê Erci caída no chão...


Verônica é levada presa, Erci foi ferida no ombro, mas não corria risco, pois o tiro passou de raspão...


Enquanto isso na casa de Claude...


Rosa entra toda desarrumada...


Claude: Que que houve?


Rosa: Nada, você não deveria estar na cama?


Claude: Meu amor o que aconteceu com você tá toda desarrumada.


Rosa: Já falei que nada, vou tomar um banho... Disse isso e subiu para tomar um banho.


Claude: esquisito... Disse isso e ficou pensativo, pois ele acha que Rosa havia saído pra almoçar com Lucas.


Claude sobe e vê Rosa na banheira com os olhos fechados relaxando, ele se senta perto da banheira e diz...


Claude: Você foi se encontrar com ele??


Rosa: Ham??


Claude: Com o Lucas? Porque você não foi almoçar fora?


Rosa: Eu não fui me encontrar com Lucas, você acha mesmo que eu teria coragem de me encontrar com ele??


Claude: Não sei, vocês tavam namorando não é?


Rosa: Estávamos não estamos mais, já faz algum tempo antes de você ir parar no hospital, terminei tudo com ele...


Claude: Mas você não me disse nada...


Rosa: Você não me perguntou...


Claude sorriu pra ela...


Rosa: Pensei que você me conhecesse melhor Claude...


Claude: Eu conheço meu amor... Disse se aproximando dela... Eu te amo muito, acho que fiquei um pouco enciumado por você ter saído pra almoçar, eu já tô em casa faz uns dias sem sair já tô ficando doido... Disse pertinho dela...


Rosa: Você tá se sentindo melhor??


Claude: Quando vejo você entrar pela aquela porta eu me sinto bem melhor... Disse já encostando os lábios nos dela.


Os dois são interrompidos por Dadi que batia desesperada na porta do quarto, Claude foi ver o que era Rosa pegou um roupão e foi atrás.


Dadi: Dr. Claude ligue a TV, está passando a D. Verônica sendo presa...


Claude: Ham??


Claude e Rosa correram e ligaram a tv...


Claude: Mon Die ela enlouqueceu de vez, deu um tiro na Erci...


Rosa: Mulher louca...


Alguns dias se passaram e depois do escândalo de Verônica, ela perdeu completamente a credibilidade, o irmão dela veio dos Estados Unidos e a internou numa clínica...


Frazão e Claude já respiravam mais aliviados, pois alguns clientes queriam refazer os contratos com a construtora, aos poucos as coisas entravam no controle...


Frazão: Como está a Rosa?


Claude: Tá bem, só que ainda dorme no quaro com João...


Frazão: Mas isso é questão de tempo...


Claude: Ela tava vindo aqui escondida de mim aquela italianinha... Disse ele sorrindo.


Frazão: Ela é uma mulher e tanto Claude... Não a deixa escapar...


Claude: Não vou deixar nunca mais ela sair lá de casa...


Frazão: Fiquei intrigado com essa reunião que a americana marcou com a gente, o que será que ela quer?


Claude: Non sei, mas também não me preocupa, porque eu tenho o amor da minha vida ao meu lado...


Frazão: Acho que coisa ruim não é não, já faz anos que ela não tem mais contrato nenhum com a gente.


Claude: Verdade... Disse ele tranquilo.


Logo a americana chega e se acomoda começando a reunião...


Mrs. Smith: Não vou ocupar muito do tempo de vocês, só vim aqui, porque soube tudo o que aconteceu com a construtora e vim prestar meu apoio moral e financeiramente.


Frazão e Claude não cabiam em si de tanta alegria.


Claude: Mon Die Mrs. Smith. Eu não sei nem o que dizer ham…


Mrs. Smith: Não diga nada, agradeça a Rosa sua esposa, ela que me pôs a par de tudo, semana passada fui almoçar com ela e vi o quanto ela o ama, lhe defendeu de Verônica com unhas e dentes, o senhor tem muita sorte de tê-la como esposa.


Claude: Peraí, me defendeu de Verônica que história é essa?


A americana contou tudo o que aconteceu, Claude se lembrou de quando ela chegou em casa, ainda desarrumada, ele pensou que ela tivesse ido se encontrar com Lucas...


Claude: Mon Die como sou burro...


Mrs. Smith: Dr. Claude, Rosa mostrou ser uma mulher valente e de fibra, que defende a família, por isso estou aqui, era pra ter vindo antes, mas tive alguns problemas pra resolver, enfim estou à disposição no que vocês precisarem...


Claude: Obrigado non sei nem como agradecer.


Frazão: Mrs. Smith, sempre nos surpreendendo... Disse isso dando um beijo na mão da americana.


Mrs. Smith: Agora preciso ir, bye bye... Disse isso e saiu, Frazão pulou de alegria enquanto que Claude pegava suas coisas rápido...


Frazão: Aonde você vai com tanta pressa??


Claude: Pra casa, ser feliz... Disse sorrindo.


Frazão sorriu também e Claude saiu apressado.


Ao chegar em casa ele perguntou...


Claude: Cadê a Rosa?


Dadi: Está no closet arrumando algumas camisas suas...


Claude: Vou subir e não quero ser incomodado, quando João chegar da escola leva ele pra tomar um sorvete ta bom....


Dadi: Claro doutor já entendi... Disse ela sorrindo.


Claude subiu as escadas cantarolando, ele entrou no quarto e foi até o closet e ficou parado olhando Rosa arrumar a bagunça dele.


Rosa se virou rápido e disse...


Rosa: Ai que susto... Faz tempo que você tá aí?


Claude: Tempo o suficiente pra ver como você é linda...


Rosa: Tá todo romântico... Disse ela sorrindo.

Claude: EU TE AMO... Disse ele com os olhos vermelhos, Rosa ficou parada olhando pra ele sem entender o porquê dele estar se declarando pra ela assim do nada... CONTINUA... RSRSRS...

Capítulo 29

Verônica insinua que Lucas investigue os acidentes nas obras da Construtora.


Delegado: Você aceita esse trabalho Lucas?


Lucas pensou e decidiu...


Lucas: Aceito.


Delegado: Então comece hoje mesmo as investigações, vá até as obras e fale com todo mundo que encontrar por lá...


Lucas saiu dali e foi pra obra...


Rosa estava aproveitou que Claude dormiria o dia todo e foi pra construtora ajudar Frazão...


Os dias se passaram Claude ainda estava em casa por recomendação médica, não sabia o que estava acontecendo na construtora, Rosa havia se reunido com algumas esposas dos empresários que tinham contrato com Claude, elas não prometeram nada, mas iriam intervir junto aos maridos a favor de Claude.


Rosa ligou novamente pra americana, que disse a Rosa que teria que ir até o Brasil pra ver de perto como estava à situação da construtora.


Rosa ficou feliz, mesmo a americana não confirmando sua ajuda, ela já se alegrou de tê-la por perto pra ajudá-la.


Na Construtora...


Rosa estava chegando quando viu o carro de Lucas sair do estacionamento, ela achou que ele deveria ter isso atrás dela...


Rosa: Oi Janete...


Janete: Oi Rosa.


Rosa: Jane o Lucas esteve aqui?


Janete: Lucas o investigador?


Rosa: Sim...


Janete: Veio sim, fez um monte de perguntas pra todos os funcionários.


Rosa: Por quê?


Janete: Ele tá investigando a construtora tudo que aconteceu.


Rosa: Como é que é?


Janete: Foi isso que ele falou...


Rosa respirou fundo e saiu...


Janete: Rosa???


Rosa: Depois Jane, agora tenho que resolver um assunto... Disse isso e entrou no elevador de novo.


Na delegacia...


Rosa entra na sala de Lucas, Paola se assusta com ela entrando sem bater.


Rosa: Que história é essa que você tá investigando a construtora hein?


Lucas: Isso é jeito de entrar na minha sala.


Rosa: Me desculpe, mas não tô com paciência pra boas maneiras.


Lucas: Paola pode nos deixar sozinhos.


Rosa: Não, ela fica assim ela fica sabendo quem é o parceiro dela.


Lucas: Eu não tô entendendo a sua revolta.


Rosa: Você tá fazendo de propósito.


Lucas: É um trabalho como outro qualquer...


Paola via o desespero nos olhos de Rosa.


Rosa: Você tá misturando as coisas Lucas, por favor, deixa esse caso pra lá...


Lucas: Sinto muito Rosa, eu fui designado a resolver esse caso e vou trabalhar nisso sim...


Rosa: Você tem raiva dele, o Claude não tem culpa e você sabe muito bem.


Lucas: Ele que prove a inocência dele ou ele não é homem o suficiente pra isso? Precisa que a mulher venha intervir por ele...


Rosa: Você sabe muito bem que foi armação da Verônica, ela não vai sossegar enquanto não acabar com ele e você vai ajudá-la nesse jogo sujo?


Lucas: Não vou ajudar ninguém só vou fazer meu trabalho, ele que prove a inocência dele...


Rosa: Que decepção, eu pensei que você fosse diferente, mas é igual todos os homens vingativos, se um dia você se encontrar comigo faça de conta que eu não existo, porque eu vou fazer isso... Disse isso e saiu chorando. Paola foi atrás dela tentar acalmá-la.


Paola: Rosa?? Rosa?? Espera...


Rosa parou no corredor se encostando na parede.


Rosa: Nunca pensei que ele fosse se unir a Verônica, eu tenho um filho de quatro anos, se acontecer alguma coisa com o pai dele eu não sei o que vai ser do meu filho... Disse ela chorando.


Paola: Calma eu vou conversar com ele, eu não acredito que ele faça alguma coisa deliberadamente contra seu marido, o Lucas não é assim.


Rosa: Você não tá entendendo, se ele não fosse fazer nada contra o Claude, ele nem pegaria esse caso, ficaria de fora, mas ele tá ferido, talvez se arrependa depois mas acho difícil, ele quer prejudicar o Claude, mas tá esquecendo que prejudicando o Claude ele vai me atingir e pior atingir meu filho...


Paola ficou quieta com o que Rosa falou...


Rosa: Eu já vou, obrigada por tentar me acalmar... Disse isso e saiu.


Paola foi até a sala de Lucas...


Paola: Me diz que você não pegou esse caso por pura vingança...


Lucas: E se for?


Paola: Se for?? Que não tá certo isso... Disse ela indignada.


Lucas: Paola, eu vou investigar isso a fundo sim e se existir uma prova que seja eu vou acusar esse francês sim.


Paola: Então vai fazer isso sozinho... Disse ela entregando o distintivo e a arma na mesa dele.


Lucas: O que que é isso??


Paola: Minha demissão, não posso trabalhar pra uma pessoa como você... Disse isso e saiu.


Lucas: Paola??Paola?? Gritou Lucas atrás dela.


Paola: Não me toca... Gritou ela ao sentir as mãos de Lucas segurando seu braço.


Paola saiu com seu carro em disparada, Lucas voltou pra sua sala totalmente perdido, não sabia o que fazer, não estava se reconhecendo... Desesperado colocou as mãos no rosto e chorou.


No dia seguinte na casa de Claude...


Rosa e Dadi preparavam o jantar quando o telefone de Rosa toca...


Mrs. Smith: Rosa, já estou em São Paulo, que tal sairmos pra almoçar amanhã hein?


Rosa: Almoçar amanhã claro... Disse Rosa feliz, Claude estava na escada, escutou e imaginou que fosse Lucas.


Claude pensa ** Mon Die será que ele não vai deixá-la em paz ham ** pensou isso e voltou a subir.


Na casa de Paola ela estava arrumando as malas, quando toca a campainha...


Paola: Lucas?


Lucas: Posso entrar?


Paola: Entra...


Lucas entra e vê no corredor as malas de Paola, ele já sabia que Paola estava indo embora pro Rio...


Lucas: Está de partida?


Paola: Sim, nada mais me prende aqui... Disse ela fria.


Lucas: Nem eu?


Paola: Não, nem você... Disse isso e continuou a arrumar suas coisas.


Lucas: Paola...


Paola: Olha aqui Lucas, se veio aqui pra me convencer de que o que você está fazendo é certo nem perca seu tempo.


Lucas: Deixa eu falar...


Paola deu de ombros e continuou a arrumar as malas.


Lucas: Eu me retirei do caso...


Paola parou, olhou pra e disse...


Paola: Bom pra você...


Lucas: Bom pra nós...


Paola respirou fundo e disse...


Paola: Por que nós?


Lucas se sentou na beira da cama de Paola e disse...


Lucas: Fiquei tão perdido quando você se demitiu, nunca pensei que você tivesse coragem de fazer o que fez você sempre me apoiou em tudo e quando eu vi seu olhar de decepção meu coração ficou tão pequeninho.


Paola: Lucas eu não vou voltar a trás na minha decisão...


Lucas: Eu sei, nem eu quero, porque senão eu iria pro Rio assim sozinho, não teria graça.


Paola: Que?


Lucas: Quando pedi afastamento do caso, eu soube que você ia pro Rio, achei melhor pedir transferência pra lá, não quero ficar longe de você, ontem eu vi que você já faz parte da minha vida, que o que eu senti por Rosa, foi uma paixão boba, ela sendo tão inalcançável pra mim, eu fantasiei, por você eu sinto um enorme carinho, respeito e admiração, se minha mãe tivesse aqui, ela diria que isso é amor... Disse ele se aproximando dela.


Paola sorriu e disse...


Paola: E você descobriu tudo isso ontem?


Lucas: Eu já sabia, só não queria admitir, mas quando você tomou a decisão de ir embora, eu me desesperei com o fato de te perder, me perdoa....


Paola sorriu com lágrimas nos olhos, ele disse...


Lucas: E esse sorriso quer dizer que você me perdoa?


Paola só balançou a cabeça positivamente... Lucas foi chegou mais perto dela encostando sua testa na dela e logo seus olhares se encontraram e seus lábios se tocaram, num beijo apaixonado...


No dia seguinte...


Rosa estava com Mrs. Smith. Em um restaurante...


Rosa: A senhora entendeu como tudo aconteceu?? Perguntou a senhora americana depois de lhe dizer tudo o que havia acontecido com ela e seu marido.


Quando a americana ia responder, Verônica que entrava no restaurante viu Rosa e foi até ela e disse...


Verônica: Que bom encontrar com você aqui, chegou a hora do nosso confronto... Disse sorrindo cinicamente... CONTINUA... RSRSRS...